
Falando sério



Depois de uma certa polêmica em torno do assunto, achamos sem querer imagens de uma tentativa de decolagem do helicoptero que conduz o governador Teotônio Vilela. Em três situações não acontece o voo.
A imagem é do site sertão24horas e não traz detalhes sobre se Téo estava dentro da aeronave ou se era outro integrante do governo.
Segundo o autor da página no youtube as imagens foram filmadas em março deste ano. O radialista Fernando Valões, dono do site 24 horas (batizado assim pelo jornalista Maikel Marques), aparece no vídeo. Somente ele pode confirmar se Téo estava ou não dentro da aeronave.


A cassada ao cantor Benchior chegou ao fim. Durante toda a semana passada, depois de matéria no Fantástico, sobre um suposto sumiço ele foi encontrado. Mas, a tiração de onda sobre o caso não parou de acontecer. Na internet pipocaram fotomontagens com sua imagem.
A informação perdeu o status de informar. Agora, na condição apenas de produto também é descartável.

Depois do cartão vermelho de Eduardo Suplicy ao senador José Sarney, o seu colega de partidoe de bancada, Flávio Arns do Paraná fez o mesmo, mas só que para o PT.





O presidente do Senado Federal, José Sarney, garantiu audiência da TV Senado na tarde de quarta-feira. Depois de apanhar muito, silenciar e ter a cabeça pedida pelos colegas ele decidiu falar. E muito!O tempo passou muito rápido. Para mim 1989 tá bem ali. Foi um ano inesquecível. O Fogão Campeão Carioca (após 20 anos sem título), o primeiro voto para presidente (fui Lula), a morte de meu pai e, na tv, a despedida de Mussun. O anti-herói dos "Trapalhões".
O programa ia ar sempre aos domingos, antes do Fantástico - quando era o show da vida e fazia jornalismo.
O Mussum era a síntese do povo brasileiro. Engraçado, sambista, ignorante e entorpecido. Para os dias de hoje seria meio incoerente ter num programa infantil um personagem que ao invés de spinafre tomava "chopps". Era honesto.
Mas, era um tempo diferente. Estávamos deixando a ditadura. Pior eram as botinadas dos militares. Depois dos "anos de chumbo" ele passava batido.
No dia que soube da morte de Mussun me lembro que fiquei triste. Não era como hoje. A internet não era popular. Era muito difícil ter notícias. Isso era função da tv, do rádio, jornal ou revista. Li na Revista Manchete (do Adolfo Bloc) quem era o pai, o músico e o artista Mussun.
Ele foi fundador do grupo de pagode- que na época ainda era samba de mesa- Originais do Samba (obrigado Bojão). A carreira como humorista o desviou. Mas, o samba estava no sangue. Acho que todos da minha geração (30 ou 40 anos) ouviu falar da Escola de Samba Mangueira pelo Mussun.
Quando não falava estava vestido com um terno unindo as cores verde e rosa.
Hoje ao lembrar do "Mussun Day" deu uma baita saudade do período da inocência.

Ninguém sabe o que fez o "artista" - que vive de trocados dos turistas- decidir vestir roupas e assumir uma função pública.
Por isso aumentam as especulações de que sua candidatura é um protesto por conta da crise econômica americana que abalou o mundo.
Por aqui o hit do momento foi lançado na terça-feira no Casseta & Planeta. É em homenagem aos deputados taturanas que voltaram aos cargos. "Voces não valem nada e ainda vão se eleger! Tudo que eu queria era saber por que?"
Trocadilho
O último "trocadilho do carilho" nasceu com a candidatura do ex-superintendente da Polícia Federal, José Pinto de Luna. Para evitar sacanagem dos adversários os primeiros adesivos conterão a seguinte frase: Tô com Luna! Afinal o contrário ficaria: Tô com o Pinto!
Já pensou no dia da eleição o povo se perguntado. -E aí...o Pinto entrou???
Só aqui
Alagoas vive uma inversão da natureza. Somente aqui o Galo (CRB) tá caindo, enquanto o Pinto (Luna) tá subindo.
O ex-superintendente da Polícia Federal (ex-caçador de taturanas) é mesmo candidato. Só não se sabe a que. 






João Tigre feliz com a vitória e cheio de mandingas

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