terça-feira, novembro 12, 2019

Os Bolsonaros criticaram o STF?





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segunda-feira, novembro 11, 2019

Vera Gamma chega com Caminhantes Invisíveis no Festival Arte na Usina


O esplendor do Jardim Botânico da Usina Santa Terezinha, em Água Preta, Pernambuco, vai ficar ainda maior quando a artista visual alagoana, Vera Gamma, mostrar sua performance  "Caminhantes Invisíveis".

A apresentação integra o programa da 5° safra do Festival Arte na Usina, que mistura música, oficinas artísticas e técnicas. Mas, que vai  além e proporciona uma experiência sensorial que envolve os novos sentimentos transformadores do lugar que um dia produziu lucro, mas que agora estimula sonhos ainda mais valiosos

Quando o sol estiver se pondo, nesta quinta-feira às 17h, ela vai ocupar a - Casa Imaginária - criada pelo artista Ricardo Pessoa, com uma representação visual que teve a curadoria do experiente artista, Rogério Gomes. A direção de arte e fotografia será da @galeriagamma


 Vera será a primeira artista alagoana a entrar na programação oficial ela quer interagir com o lugar e manter a energia sensorial que envolve os visitantes. Foi a própria vera quem escolheu o ponto exato da apresentação depois de estudar detalhes da ambientação que será possível montar.


Sem perceber ela vai nos reanexar a Mata Sul Pernambucana, com o que temos de melhor: a sensibilidade. Ao pisar naquelas terras recomporá o mapa que separou os dois estados que tanto têm em comum.


O trabalho que também tem natureza sensorial vai saltar aos olhos num misto de natureza e beleza interpretativa, representada. Ao vento, ao cair da luz com o cheiro da terra, ela vai partir do real para o imaginário. 

Segundo Rogério Gomes: "Tal como nas histórias que aprendemos a ouvir, nosso subconsciente, instigante viajante a nos acompanhar sem tréguas, descreve incontáveis persistentes relatos. Quando somados atribui sentido à vida. Não sabemos a extensão dessa dimensão fantástica, ela vai surgindo ao longo do percurso paulatinamente devolvido onde a vertigem de telhes leva-nos a uma abrangente simbologia na qual a concisão e a rapidez do passar dos dias é acompanhada caso o permitamos do tom encantatório das fábulas sem deixar que se perca a realidade subjacente a cada ato, atitude ou decisão do momento presente", descreveu o mestre. 

Vai caber a Vera recuperar esses sentimentos, com imagens, representação e, principalmente, interpretação da ancestralidade. Talvez aquela que seja a nossa herança que esteve perdida, mas nunca deixou de existir. 

Foto: Andréia Rêgo Barros
Em meio a semana de sua preparação para o grande momento ela mandou um recado exclusivo para o blog. 
Confira e Compartilhe!




Arte na Usina oferece shows, oficinas e experiência sensorial




Água Preta (PE) - Os moradores da Usina Santa Terezinha, na mata sul pernambucana, já vivem a agitação que envolve a 5° safra do Festival Usina de Arte, com o tema "A arte conecta". Localizada em Água Preta, na divisa com a cidade alagoana de Campestre, a região que teve seu apogeu econômico quando moía cana e produzia álcool, há 18 anos atrás, agora, vibra com os efeitos da arte que transforma a alma e fomenta a economia criativa.



Agora a transformação que ocorre é por meio da arte, do envolvimento com o meio ambiente e da geração de negócios e serviços. Com oficiantes técnicas e profissionalizantes, promovida por nomes como o estilista Ronaldo Fragra e artistas plásticos, jovens e famílias inteiras têm garantido renda.



No último final de semana, na sexta-feira (8), foi aberta a 5°edição com a presença de Elba Ramalho, que substituiu o pernambucano Alceu Valença. Com um show recheado por clássicos a cantora colocou a multidão que prestigiou o evento para dançar. Os shows ocorrem em um parque na área urbana da usina sempre num clima de paz e integração.




No sábado (9), foi a vez do jazz de Amaro Freitas - Racif subir ao palco numa mistura vibrante e experimental que agitou o público, mesmo com a chuva leve que veio refrescar à noite.



Em seguida foi o Dj Dolores e sua banda com vocal da 2° colocada no The Voice, Érica Natuza agitarem o público com uma mistura de música eletrônica e um swingue tipicamente brasileiro com sotaque pernambucano. Recém chegados de uma turnê na China o show mexeu com o público formado por famílias inteiras que celebravam em clima de descontração.



Sensorial

Mas, os shows são parte de um trabalho que toma conta da cidade durante todo ano. Junto com o evento ocorre em paralelo oficinas artísticas e técnicas para formar novos empreendedores. Segundo os idealizadores do evento a usina não vai mais transformar cana, mas sim ideias em arte e negócios.





São investimentos como o Pesque e Pague, a loja e produção de roupas da marca Bicho do Vau, restaurantes, aluguel de bicicletas, camping e até criação da Rádio Catimbó FM.




Os visitantes contam ainda com o aluguel de casas ou até mesmo de quartos que são cuidadosamente pelos moradores. Esse modelo de hospedagem é barato para quem chega e importante para a renda de quem recebe.

Tudo acontece no entorno dos 30 hectares que além de tudo isso oferece uma experiência sensorial para os visitantes. O Jardim Botânico a cada ano tem novidades para serem mostradas. Seja pelas obras de arte que se espalham pelo local, ou a beleza do paisagismo delicadamente construído nos mínimos detalhes como a construção de lagos artificiais.


O passeio é todo feito a pé, mas o visitante pode, se tiver ainda mais disposição, alugar por R$ 5,00 uma bicicleta e sair curtindo a natureza. Não é toa que tanta gente, em excursões orientadas por arte educadores estão encantados com o cenário que inclui até uma locomotiva exposta no jardim da casa grande.



Ela também reserva obras de Francisco Brennand e obras feitas com o reaproveitamento de madeira, devidamente tratada, que se transformam em bancos e peças que mexem com a imaginação. De repente no meio do lago surge uma gigantesca cabeça que ajuda a manter a beleza do lugar.


Mas, o principal é o contato com a natureza. No processo de reflorestamento de espécies nativas e decorativas, muitas aves já podem ser vistas e com um pouco de sorte e habilidade podem ser
fotografadas.



O que ainda vai rolar

Na quinta-feira (14), a programação cultural vai ter o forrozeiro nordestino Santana e artista alagoana Vera Gama vai fazer uma performance às 17 horas, na Casa Imaginária,  no Jardim Botânico. De forma muito natural o festival tem reaproximado os dois estados que um dia foram um só.




A noite de sexta-feira será uma das mais especiais porque o convidado é o ex-Titãs, Arnaldo Antunes, que tem carreira solo consolidada com composições que misturam poesia e filosofia.


Mariana Xavier - Divulgação
O pernambucano Almério volta ao palco do festival com suas poesia e reflexões sobre a vida misturadas com uma incrível presença no palco, que ano passado encantou a todos.


Depois será a  vez de Mariana Aydar também mostrar seu trabalho e encantar o público com mais poesia.

A diversidade artística e cultural formam uma mistura incrível que dá a oportunidade de forma gratuita de todas as pessoas da região de conhecerem o que está rolando na região e no Brasil.

O visitante não vai encontrar luxo, mas sim uma convivência com pessoas simples, educadas, acolhedoras e um clima de amizade difícil de encontrar nos grandes centros. É a chance de recarregar as baterias para encarar os desafios da vida.


Apoio
Com o apoio de órgãos como Sebrae, Globo Nordeste, Consulado da Áustria e até da prefeitura de Recife, o evento é articulado por Bruna Pessoa e o seu marido e artista plástico Ricardo Pessoa já entrou para o calendário artístico do Nordeste. De acordo com os organizadores desde sua criação até o momento já impactou mais de 5 mil pessoas e continua crescendo.



Acompanhe
Nas redes sociais instagram e facebook com a #artenausina você pode acompanhar tudo.

Mais: assista o vídeo que explicou o projeto há três anos atrás




quinta-feira, novembro 07, 2019

Você é vítima de terrorismo nutricional?



Acesse o nosso canal no youtube

O terrorismo nutricional existe e é uma triste realidade da internet brasileira. Ele sempre existiu, mas a rede potencializou isso com a sugestão e a mentira sobre alimentos milagrosos que vão reduzir o açúcar no seu sangue ou até acabar com o diabetes. É mentira!!

E ainda aquelas condenações sobre alguns que você já consome. 

Esse e outros assuntos serão abordados do Workshop gratuito Expectativas e Sentimentos sobre o Cotidiano alimentar na diabetes.

O evento será conduzido pela nutricionista Iris Macedo especialistas que trabalha com diabetes há muitos anos e tem muita experiência no assunto. 

A ideia é falar das vivências e trocar experiências com pessoas que tenham diabetes tipo 1 ou tipo 2.

Será uma oportunidade de você conhecer outras pessoas que convivem de forma saudável com o diabetes e ter acesso as últimas informações sobre qualidade de vida e alimentação correta. 

Para participar é fácil basta doar 1kg de alimento.

O evento conta com o apoio de grupos organizados de diabéticos e será realizado no auditório do Ao Pharmacêutico, em Mangabeiras.

Inscrições com a Carol no zap 99351 3839


quarta-feira, novembro 06, 2019

Quer doar uma vida em vida?







Salvar uma vida em vida é mais fácil do que você imagina. A sua medula óssea, ou tutano como chamamos, pode salvar pessoas com leucemia mais uma dezena de doenças. E o melhor, não compromete o corpo do doador. 


É isso que a campanha DOADEZ quer esclarecer e te conscientizar. Mas, acima de tudo coletar amostras do seu sangue. O projeto do professor Dr. Axel Cofré do Cesmac acontece nesta quinta das 8h às 16h, no saguão do Campus II do Cesmac, no farol.



Para a retirada do sangue, que é uma pequena quantidade, não precisa estar em sem se alimentar.
A medula óssea não tem nada a ver com a medula espinhal, que fica na coluna. A óssea está nos ossos longos, mas em maior quantidade no quadril.



Inicialmente basta doar 5 ml de sangue para se cadastrar nacionalmente e se um dia você for compatível com alguém que precise será feita uma pulsão do osso da bacia, sem dor (pois você vai estar anestesiado) para tirar um pouquinho da sua medula.



Sem dor e sem efeito colateral. O cadastro com nordestinos é fundamental, porque pode aumentar as chances de salvarmos outros nordestinos, porque afinal as chances de compatibilidade entre nós é bem maior.



Vamos doar?

terça-feira, novembro 05, 2019

Você conhece o empreendedorismo feminino?




O empreendedorismo tem sido a alternativa para muitas mulheres para superar dificuldades. Com coragem e força muitas abriram o próprio negócio. 

E agora? Como fazer para avançar? Quais os caminhos para se legalizar?

A
qui em Alagoas a Rede Mercado Mulher e a Revista Due querem mudar essa realidade e ampliar o leque de contatos, negócios e parcerias.

Por isso criaram o Empodera Alagoas - Encontro do Empreendedorismo Feminino - que está em sua segunda edição. 

Serão cinco horas de imersão que ainda contarão com mentoria gratuita de especialistas. 

O blog conversou com Dieinny Mel para saber detalhes da proposta e porque é importante motivar e mobilizar as mulheres para o mundo dos negócios. 

Assista a entrevista, compartilhe e curta o nosso CANAL NO YOUTUBE.

Serviço: Hotel Hitz Lagoa da Anta
Dia 30 de Novembro
Investimento: R$ 95,00
Inscrições: https://doity.com.br/empodera-alagoas-2019
Informações: (82) 9 9194 8998
Instragram/Facebook @empoderaalagoas
Evento Exclusivo para Mulheres

segunda-feira, novembro 04, 2019

Pensar positivo ajuda no tratamento do câncer?




A força do pensamento, em especial o pensamento positivo, ajuda no tratamento do câncer. A luta contra a doença que conta com especialistas, tecnologia, medicamentos é completada pela força do próprio paciente.

A comunicadora, coach e  âncora do Jornal da Manhã, em Alagoas, Edjane Melo, conta aqui sua experiência depois de passar pela terceiro tratamento que incluiu uma cirurgia de 14 horas.

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sábado, novembro 02, 2019

Começa a 9° Bienal da Ufal o encontro da literatura e a diversidade

Karina Mendonça - Ascom Edufal


Quem tem gosto pela leitura ou quer aprender a tê-lo a dica é ir a 9° Bienal do Livro da Ufal. O lugar é uma mistura de sonho e realidade por conta do trabalho que a instituição teve para sua realização. Mas, a coordenadora professora doutora Elvira Barreto conseguiu apoio e juntar até quem não se fala: a Prefeitura Municipal de Maceió e o Governo do Estado.


O fato que a Bienal abre suas portas neste sábado para autores, editoras, escritores e, principalmente, para os amantes da leitura.

A Bienal tem esse ano um novo espaço, o bairro do Jaraguá com seus casarios e espaços que serão tomados por oficinas, palestras, workshops e lançamentos de livros com os mais variados temas.
Um exemplo é o livro do professor aposentado da Ufal, o cirurgião neurologista, Ronald Mendonça que lança a obra "Vadias Memórias de um Suburbano", que ocorre neste sábado (2), na gondola da Academia Alagoana de Letras, a partir das 17h.



Conforme o próprio autor destacou, a obra foi organizada a partir de reunião de artigos que publicou semanalmente no Jornal Gazeta de Alagoas, onde durante 20 anos colaborou com seus textos.

"O livro é uma coletânea de artigos que publiquei da Gazeta de Alagoas no meu tempo de cronista, durante uns 20 anos. São crônicas e contos que selecionei e muitas destas crônicas são pequenas histórias inventadas focando, na maioria das vezes, no bairro do bebedouro, que é o bairro onde eu nasci e me criei. Existem crônicas também de cunho político em que faço uma crítica ao que estava acontecendo no país na época, então é bem variado”, disse Ronald.

Terça-feira
Ao mesmo tempo que a literatura de memória tem seu espaço garantido, a discussão acadêmica e social, invade a Bienal com a força da produção dos cientistas da Ufal.

É o que vai mostrar na terça-feira, 5 de novembro, a professora doutora Luciana Caetano, que lança o livro "O eleo entre desigualdade regional e desigualdade social", oriundo de sua pesquisa. O lançamento será no Espaço Amarzém a partir das 16h30, no estand da Edufal.



Luciana que é professora do Curso de Ciências Econômicas da Ufal, é uma pesquisadora muito experiente e traduz em sua obra a apuração detalhada do avanço da desigualdade. Conhecida por seu olhar social e visão humana da sociedade quer contribuir com o diagnóstico e, principalmente, com soluções para combater esse problema.

Quarta-feira

Já na quarta-feira (6) o professor da Unicamp, Márcio Pochman profere palestra com o tema "A primeira década perdida do século XXI", às 14h no auditório da Associação Comercial.

Pochman é economista por formação e acompanha, por meio dos números e análises como o país vem perdendo sua capacidade de garantir avanços econômicos que garanta vida com dignidade, em especial para a classe trabalhadora.




Mais da programação acesse: