sexta-feira, abril 18, 2008

Férias em Tuvalu


















Essa é Tuvalu. Uma ilha que está
condenada a desaparecer por conta do aquecimento global. Nos próximos 20 anos o nível do mar vai tomá-la de volta. O interessante é que Tuvalu é um País que vive do registro de sites de internet o ponto TU (.tu). Graças ao registros de domínio se produz renda. O turismo é outra fonte de recursos. Em breve o lugar será virtual.
Tuvalu é linda. Mas, como toda beleza é efêmera.

quarta-feira, abril 16, 2008

Charge do San publicada em O Jornal 15.04.08



O deputado Paulo Fernando dos Santos, o Paulão do PT, foi convocado para depor na Polícia Federal. Depois de um discurso emocionado na ALE, na última terça-feira, ele foi intimado por dois agentes da PF que acompanharam o seu pronunciamento.


Mesmo de forma discreta, sem usar coletes ou roupas da PF, os dois agentes foram identificados pela imprensa. Diante do vexame o petista saiu do plenário sem falar com a imprensa e pela porta dos fundos.


Agora é esperar para ver. Paulão nega qualquer envolvimento em esquemas. Mas, para o delegado Janderlyer Gomes, o empréstimo que fez foi tão irregular quanto o dos demais deputados indiciados.


Resta saber se ele for mesmo indiciado o Ministério Público vai pedir o seu afastamento do cargo. É esperar para ver.

terça-feira, abril 15, 2008

Memória contra o crime

Me dizes por onde andas...
Antes de vir a Alagoas para acompanhar a "Operação Taturana" o delegado José Pinto de Luna atuou em São Paulo. Por lá também não aliviou e ajudou a prender e a investigar juízes e desembargadores. Desde que entrou para a PF sua trajetória tem sido pautada pelo combate ao crime organizado, principalmente, o detonado por figuras de "colarinho branco".
Portanto, atenção deputados taturanas e seus filhotes, seus dias estão contados. O "Pinto não é mole"!
Coincidência
A grande coincidência desse momento que vivemos é que o bloco carnavalesco de maior repercussão na capital chama-se Pinto da Madrugada. E é justamente na madrugada que o Pinto, o da PF, costuma prender os corruptos de Alagoas. Parece que os organizadores do bloco previam que um dia a coisa iria mudar.
Aquário
Mais uma do Pinto. Outro dia ao se referir ao Detran disse que o órgão é como um aquário, é só colocar a mão que se acha alguma coisa. E não é que ele estava certo. Mexeu, fedeu!
Restaurante
Depois do efeito Taturana na cidade, tem deputado indo almoçar em Porto de Galinhas e até Sergipe. O detalhe é que quando os caras entram em algum local e são reconhecidos o incômodo de alguns clientes é evidente.
Outro dia soube que num ambiente xique da cidade um grupo de 20 pessoas ameaçou deixar o local se um dos Taturanas afastados permanecesse no local. E olha que nesse dia ele não estava com a namorada (ou amante), mas sim com a titular.
Risos
Desde que caíram no gosto da PF e da Justiça Federal os deputados acusados do desvio de R$ 280 milhões da assembléia não tinham motivos para sorrir. Agora, depois que empurraram o deputado Paulão para o inquérito, tem figura com a boca aberta até as orelhas.
Ameaças sem efeito
A notícia das ameaças contra o super-Sapucaia (desembargador) e o super-Coaracy (chefe do MP alagoano) já se tornaram sem efeito. Primeiro porque diz o ditado que quem fala não faz. Segundo porque o estrago que os dois provocaram já entrou para a história. Hoje e sempre, vai estar escrito que pelo menos dois homens tiveram coragem de encarar os todo poderosos deputados-coronéis. Se, por acaso, virem a morrer em função do que fizeram, aí se tornarão mitos.
Será que os Taturanas querem isso? Querem nada. O que eles querem é que o eleitor, principalmente os dos currais, os reelejam novamente.
Mas, hoje, até isso está ameaçado.

sexta-feira, abril 11, 2008

Outro furo político


A ex-chacrete e ex-atriz pornô, Rita Cadillac, sairá candidata no próximo pleito. Assim como Gretchen promete rebolar para conseguir votos em Porto de Galinhas - PE, na região metropolitana de Recife. Desde que largou os palcos e as camas dos estúdios ela se dedica a uma pousada que abriu na cidade.

segunda-feira, abril 07, 2008

7 de abril dia do jornalista - estou nessa família desunida

Um dia meu sonho era ser um jornalista. Foi difícil, mas consegui com o apoio de minha mãe e pelo esforço de meu pai. Com apoio de amigos e persistência consegui entrar na unversidade, me formei e depois consegui meu lugar ao sol.
Só lamento a desunião da profissão. É muita estrela para pouca constelação. Nunca pensei que os sonhadores da época de UFAL fossem ficar tão pernósticos, em alguns casos. Sinto muito isso. Mas como família a gente não escolhe, estamos aí!
Nesse processo conheci muita gente. Uma delas foi a companheira Zara Costa, grande figura humana, também, jornalista. Hoje, num dos dias dedicados ao profissional de jornalismo ela me brindou com esse texto belíssimo do Gabriel García Márquez.
Como o princípio da profissão, além da ética, está ligado ao fato de distribuir e informar o que sabemos divido-o como meus 69 leitores.
A MELHOR PROFISSÃO DO MUNDO
Gabriel García Márquez*
Há uns cinqüenta anos não estavam na moda escolas de jornalismo. Aprendia-se nas redações, nas oficinas, no botequim do outro lado da rua, nas noitadas de sexta-feira. O jornal todo era uma fábrica que formava e informava sem equívocos e gerava opinião num ambiente de participação no qual a moral era conservada em seu lugar.
Não haviam sido instituídas as reuniões de pauta, mas às cinco da tarde, sem convocação oficial, todo mundo fazia uma pausa para descansar das tensões do dia e confluía num lugar qualquer da redação para tomar café. Era uma tertúlia aberta em que se discutiam a quente os temas de cada seção e se davam os toques finais na edição do dia seguinte. Os que não aprendiam naquelas cátedras ambulantes e apaixonadas de vinte e quatro horas diárias, ou os que se aborreciam de tanto falar da mesma coisa, era porque queriam ou acreditavam ser jornalistas, mas na realidade não o eram.
O jornal cabia então em três grandes seções: notícias, crônicas e reportagens, e notas editoriais. A seção mais delicada e de grande prestígio era a editorial. O cargo mais desvalido era o de repórter, que tinha ao mesmo tempo a conotação de aprendiz e de ajudante de pedreiro. O tempo e a profissão mesma demonstraram que o sistema nervoso do jornalismo circula na realidade em sentido contrário. Dou fé: aos 19 anos, sendo o pior dos estudantes de direito, comecei minha carreira como redator de notas editoriais e fui subindo pouco a pouco e com muito trabalho pelos degraus das diferentes seções, até o nível máximo de repórter raso.
A prática da profissão, ela própria, impunha a necessidade de se formar uma base cultural, e o ambiente de trabalho se encarregava de incentivar essa formação. A leitura era um vício profissional. Os autodidatas costumam ser ávidos e rápidos, e os daquele tempo o fomos de sobra para seguir abrindo caminho na vida para a melhor profissão do mundo - como nós a chamávamos. Alberto Lleras Camargo, que foi sempre jornalista e duas vezes presidente da Colômbia, não tinha sequer o curso secundário.
A criação posterior de escolas de jornalismo foi uma reação escolástica contra o fato consumado de que o ofício carecia de respaldo acadêmico. Agora as escolas existem não apenas para a imprensa escrita como para todos os meios inventados e por inventar. Mas em sua expansão varreram até o nome humilde que o ofício teve desde suas origens no século XV, e que agora não é mais jornalismo, mas Ciências da Comunicação ou Comunicação Social.
O resultado não é, em geral, alentador. Os jovens que saem desiludidos das escolas, com a vida pela frente, parecem desvinculados da realidade e de seus problemas vitais, e um afã de protagonismo prima sobre a vocação e as aptidões naturais. E em especial sobre as duas condições mais importantes: a criatividade e a prática.
Em sua maioria, os formados chegam com deficiências flagrantes, têm graves problemas de gramática e ortografia, e dificuldades para uma compreensão reflexiva dos textos. Alguns se gabam de poder ler de trás para frente um documento secreto no gabinete de um ministro, de gravar diálogos fortuitos sem prevenir o interlocutor, ou de usar como notícia uma conversa que de antemão se combinara confidencial.
O mais grave é que tais atentados contra a ética obedecem a uma noção intrépida da profissão, assumida conscientemente e orgulhosamente fundada na sacralização do furo a qualquer preço e acima de tudo. Seus autores não se comovem com a premissa de que a melhor notícia nem sempre é a que se dá primeiro, mas muitas vezes a que se dá melhor. Alguns, conscientes de suas deficiências, sentem-se fraudados pela faculdade onde estudaram e não lhes treme a voz quando culpam seus professores por não lhes terem inculcado as virtudes que agora lhes são requeridas, especialmente a curiosidade pela vida.
É certo que tais críticas valem para a educação geral, pervertida pela massificação de escolas que seguem a linha viciada do informativo ao invés do formativo. Mas no caso específico do jornalismo parece que, além disso, a profissão não conseguiu evoluir com a mesma velocidade que seus instrumentos e os jornalistas se extraviaram no labirinto de uma tecnologia disparada sem controle em direção ao futuro.
Quer dizer: as empresas empenharam-se a fundo na concorrência feroz da modernização material e deixaram para depois a formação de sua infantaria e os mecanismos de participação que no passado fortaleciam o espírito profissional. As redações são laboratórios assépticos para navegantes solitários, onde parece mais fácil comunicar-se com os fenômenos siderais do que com o coração dos leitores. A desumanização é galopante. Não é fácil aceitar que o esplendor tecnológico e a vertigem das comunicações, que tanto desejávamos em nossos tempos, tenham servido para antecipar e agravar a agonia cotidiana do horário de fechamento.
Os principiantes queixam-se de que os editores lhes concedem três horas para uma tarefa que na hora da verdade é impossível em menos de seis, que lhes encomendam material para duas colunas e na hora da verdade lhes concedem apenas meia coluna, e no pânico do fechamento ninguém tem tempo nem ânimo para lhes explicar por que, e menos ainda para lhes dizer uma palavra de consolo.'Nem sequer nos repreendem', diz um repórter novato ansioso por ter comunicação direta com seus chefes. Nada: o editor, que antes era um paizão sábio e compassivo, mal tem forças e tempo para sobreviver ele mesmo ao cativeiro da tecnologia.
A pressa e a restrição de espaço, creio, minimizaram a reportagem, que sempre tivemos na conta de gênero mais brilhante, mas que é também o que requer mais tempo, mais investigação, mais reflexão e um domínio certeiro da arte de escrever. É, na realidade, a reconstituição minuciosa e verídica do fato. Quer dizer: a notícia completa, tal como sucedeu na realidade, para que o leitor a conheça como se tivesse estado no local dos acontecimentos.
O gravador é culpado pela glorificação viciosa da entrevista. O rádio e a televisão, por sua própria natureza, converteram-na em gênero supremo, mas também a imprensa escrita parece compartilhar a idéia equivocada de que a voz da verdade não é tanto a do jornalista que viu como a do entrevistado que declarou. Para muitos redatores de jornais, a transcrição é a prova de fogo: confundem o som das palavras, tropeçam na semântica, naufragam na ortografia e morrem de enfarte com a sintaxe.
Talvez a solução seja voltar ao velho bloco de anotações, para que o jornalista vá editando com sua inteligência à medida que escuta, e restitua o gravador a sua categoria verdadeira, que é a de testemunho inquestionável. De todo modo, é um consolo supor que muitas das transgressões da ética, e outras tantas que aviltam e envergonham o jornalismo de hoje, nem sempre se devem à imoralidade, mas igualmente à falta de domínio do ofício.
Talvez a desgraça das faculdades de Comunicação Social seja ensinar muitas coisas úteis para a profissão, porém muito pouco da profissão propriamente dita. Claro que devem persistir em seus programas humanísticos, embora menos ambiciosos e peremptórios, para ajudar a constituir a base cultural que os alunos não trazem do curso secundário.
Entretanto, toda a formação deve se sustentar em três vigas mestras: a prioridade das aptidões e das vocações, a certeza de que a investigação não é uma especialidade dentro da profissão, mas que todo jornalismo deve ser investigativo por definição, e a consciência de que a ética não é uma condição ocasional, e sim que deve acompanhar sempre o jornalismo, como o zumbido acompanha o besouro.
O objetivo final deveria ser o retorno ao sistema primário de ensino em oficinas práticas formadas por pequenos grupos, com um aproveitamento crítico das experiências históricas, e em seu marco original de serviço público. Quer dizer: resgatar para a aprendizagem o espírito de tertúlia das cinco da tarde.Um grupo de jornalistas independentes estamos tratando de fazê-lo, em Cartagena de Indias, para toda a América Latina, com um sistema de oficinas experimentais e itinerantes que leva o nome nada modesto de Fundação do Novo Jornalismo Ibero-Americano. É uma experiência piloto com jornalistas novos para trabalhar em alguma especialidade - reportagem, edição, entrevistas de rádio e televisão e tantas outras - sob a direção de um veterano da profissão.
A mídia faria bem em apoiar essa operação de resgate. Seja em suas redações, seja com cenários construídos intencionalmente, como os simuladores aéreos que reproduzem todos os incidentes de vôo, para que os estudantes aprendam a lidar com desastres antes que os encontrem de verdade atravessados em seu caminho. Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade.
Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.
* Discurso de Gabriel García Márquez, jornalista profissional e um dos nomes mais importantes da literatura mundial, durante a assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa, no dia 7 outubro de 1996, em Los Angeles.

Abortar ou deixar como está?

Foto: Layra Santa Rosa (www.alagoasagora.com.br)

Eis uma pergunta importante no ano que a igreja centra fogo contra o aborto. De fato os argumentos cristãos são bonitos e até fundamentados em dados importantes.


O fato é que numa sociedade, formada por um amontuado de bestas humanas, que se dizem civilizadas ainda nos deparamos com cenas como essa aí. Uma criança abandonada no lixo por alguma mãe que não o quis, nem a desejou.


A solução encontrada por ela foi abandoná-lo até que seu corpo fosse encontrado no lixão, por um catador. Não a conheço e nem sei se teria condições para isso, mas creio que deve ser miserável, tem mais de um filho e esse foi mais um que nem pai teria.


Esse quadro associado a falta de informação para evitar mais uma gravidez indesejada a levou ao gesto bestial. Quem pagou foi essa criança, que teve que agonizar até a morte junto aos dejetos. Quando a caixa foi aberta o corpinho estava recoberto por formigas e moscas vorazes.


Inércia


Paralelo a esses fatos, não vejo nem a igreja, nem os defensores do aborto abrirem uma discussão sobre planejmento familiar. A igreja, infelizmente, ainda não despertou para a necessidade o uso do preservativo. Até para os seus padres pedófilos.


Já os defensores do aborto, entendem que depois do feto feito ele pode ser retirado, antes de vir ao mundo.


Ora, convenhamos galera: até quando vamos assistir a isso?


Enquanto estou escrevendo isso aqui, acabo de ver na TV uma outra matéria de uma mãe que abandonou o filho embaixo de uma árvore, no município de Viçosa. A criança resistiu por 12h ao sol e as picadas de formiga. Por pouco não morreu.


A cena é de cortar o coração. Claro, que me refiro a quem o tem!


Mas, e aí? Vamos fazer o que?


Não adianta se indgnar e não trazer a discussão para dentro de casa, das escolas e no trabalho. Se apoiar no discurso relioso ou militante sem observar as variantes é atraso.


Enquanto formos mais verborrágicos do que sensíveis só nos resta aguardar os próximos fetos abandonados. Infelizmente!


sexta-feira, abril 04, 2008

Só cristo para livrar os cariocas do terror da dengue e do César Maia

O Rio de Janeiro continua lindo. Mas, para quem não teve como escapar da dengue ele está um caos. Milhares de pessoas, todos os dias, sofrem em filas imensas para saber o diagnóstico e se terá ou não atendimento. O clima é de guerra. Os cariocas, acostumados a viver com a violência, não estão suportando o descaso das autoridades.

O prefeito César Maia não tem dado respostas a altura. A polêmica com o Governo Federal é o que mais tem prejudicado o atendimento.
















O governo quer intervir de forma mais decisiva, mas encontra resistências de Maia que ainda posa como dono da situação.

A última dele foi impedir o funcionamento por 24hs dos postos de saúde.

Em Alagoas a Dengue no Rio está mobilizando um grupo de profissionais para ajudar no combate e tratamento da doença.

O detalhe é que em Alagoas já começa a aparecer os casos da doença. E nós estamos tão bem assim para exportarmos profissionais.

Pelo visto só cristo para salvar a todos. O problema é que ele não tem culpa se seus filhos não cuidam da cidade. Nesse ponto a responsabilidade é de todos. O Maia leva a ripa maior, mas o povoão também tem que se ligar que lixo e água empossada devem ser combatidos.

Espero que estejamos preparados para o que vem por aí. O tal mosquito da dengue tem sido visto em várias redações da capital. Preto e com pintas brancas nas pernas ele é sempre uma ameaça.

Se liguem coleguinhas!

segunda-feira, março 31, 2008

Em Santana do Ipanema é assim quando chove

O desrespeito em Santana do Ipanema começa nas condições de trabalho, refiro-me aos bancos que nos acomodam. É um dasafio sentar neles e depois não sofrer com dores nas costas.
Até aí ainda dava para aguentar porque a nossa equipe tem verdadeira "Paixão pelo torcedor".

Mas quando choveu tudo ficou para trás. A chuva veio em nossa direção, molhou o equipamento, a mesa, os papéis e, para completar, a transmissão caiu devido a uma pane.

Depois conto mais detalhes e colocarei o vídeo que fiz quando ficamos sem transmitir nada.


Assista ao vídeo dos momentos de tensão depois da queda das linhas de transmissão. O desespero e a angústia dos técnicos foi captada nessas imagens exclusivas.

Imangens, em vídeo, da transmissão feita no improviso pela equipe a "Paixão do Torcedor" depois que a chuva diminuiu sua intensidade.

sábado, março 29, 2008

O ócio está cada vez mais difícil

Foto: Walmir Peito de Pombo (piloto e técnico Rádio Gazeta)
Claudemir Araújo, nós e o narrador José Rocha ao fundo

Quando criei o blog vivia maiores momentos de ócio. Passados quase dos anois isso tá cada vez mais raro. Para completar aceitei o desafio de transformar meus cometários sobre futebol, antes exercitado em mesas de bar e afins, em algo profissional. Agora vivo dias de muita loita (luta), companherismo e diversão viajando com a "Equipe a Paixão do Torcedor" da Rádio Jornal.

São jornadas cansativas, mas muito prazeirosas, onde encontro personagens que antes ouvia pelos radinhos do camelô.


Outro dia em Igaci encontrei o Claudemir Araújo, meu ex-editor no Jornal Gazeta, com o microfone da Rádio Gazeta. O Clau, como é carinhosamente chamado, estava com sua máquina e fez esse registro. (Veja no detalhe seu tabuleiro, onde ele organiza ficha técnica, de patrocinadores e deixa os jornais amçados para apurar informações)


Nesse dia, como as cabines, não têm proteção tomamos chuva e vento na cara. O Galo, coitado, foi quem se deu pior. Depois de estar vencendo por 3 x 1, deixou o time do Igaci virar a partida que acabou 4x3.


Pois é eu estava lá!

Depois coloco mais fotos de nossas aventuras.
Por enquanto fiquem com essa tirada em Murici por um celular. Sou eu o Gruimarães (O Malandrinho) sentados numa mesa fazendo a transmissão de CRB e Murici, que terminou empatando em 1x1 com os donos da casa.
Destaque para o desconforto.



sábado, março 22, 2008

Furo: Gretchen agora vai rebolar para ser prefeita

A cantora Gretchen, ex-atriz pornô, agora vai entrar para a política. Depois de vê muito filha da puta tomar conta do poder ela se deu conta que tudo isso é uma zona.

Então, por que não?

Ela entrou para o PPS, o Partido Popular Socialista, ex-Partido Comunista B. Calma o B do final não se refere a palavra - Bunda. Era de Brasileiro.

E nada mais Brasileiro do que a Bunda. É nela que o povo leva sempre quando elege um mal político. É lá também que os trabalhadores levam o pé quando perdem o emprego.

Explicado isso aos bundões que não entendem nada de política, voltemos!

A ex-musa dos anos 80, quando lançou o disco -Melô do Xique-Xique, cansou de ver o povo toma na B... e decidiu usar toda a sua experiência na área para ser candidata a prefeita na cidade de Itamaracá.
Os ex-revolucionários, liderados por Roberto Freire e Raul Jungman, acreditam que Gretchen pode botar para fuder nestas eleições.


Ela é uma candita do caralho!
(Os publicitários já pensam nesse slogam)

Sacanagem a parte o que quero dizer é que agora a moda é se dar bem com a bunda. Seja na política ou no show business é o glúteo que está em alta. E sempre foi assim.
Nos anos 80 a dançarina e cantora Gretchen lançou e a moda pegou. Por isso nada mais justo que a rainha do Bundões, que somos nós, dispute uma vaga na política.

Acho que ela tem tudo para não tomar na B..., nesse pleito.

Estou até pensando em transferir o meu título para lá. Preciso saber, apenas, qual a melhor Zona, a eleitoral. (Lembro logo da música: "-Essa ciranda quem me deu foi Lia que mora na ilha de Itamaracá)

Com a entrada de Gretchen na política ela vai acabar com os currais eleitorais. A partir de agora surgirão os cusais. kkk (não podia deixar de fazer essa)




********

O partido se defende dizendo que tem que investir no que o povo gosta. Concordo! Nunca o PPS esteve tão próximo do pensamento do brasileiro: - Bunda!


Além disso ela, a bunda, é um grande instrumento de Marketing.

Afinal está em todo lugar. Em qualquer pelada, roda de amigos, nas praias, nas camas, nos carros, no chão e nos palcos.

Quando vc vê ela está lá.
Algumas maiores, outras vezes menores (digo em tamanho), mas sempre seguindo o mesmo modelo: dividida em duas com um furo no meio e sempre disposta a fazer merda.

Saudo os pernambucanos de Itamaracá, principalmente os que sempre votaram na esquerda. Agora a onda é acreditar no centro.

****
Ao tomarem conhecimento da astuta estratégia dos pernambucanos os PPS´s cariocas querem impor a Mulher Melancia como secretária de obras. Eles afirmam que ela pode pegar a pasta e creu!

Digo, dá uma guinada e levantar a cidade.




Ela é a bola da vez e tem jeito de quem dá para a política. Melancia é tão competente quanto Gretchen, só que vai até embaixo. kkk



Mas já há uma divisão na legenda. Os militantes mais bairristas acreditam que é melhor prepará-la para candidata ao governo. Isso porque o Estado está mais fudido. E precisa de alguém que bote para fuder e mude tudo.


Bom acabo aqui querendo que todos os meus leitores, que são apenas 69, se funk!

No próximo mês Melancia, que tem esse apelido por conta dos 119 cm de competência, será capa da Playboy. Hoje eles divulgaram uma das 64 fotos feitas com a ex-funkeira.

Então é isso.

Que furo jornalístico hein?!


terça-feira, fevereiro 26, 2008

Leia matéria publicada no Yahoo sobre o ócio criativo



Por EFE / María Jesús Ribas (clik)

Não fazer nada, "faz muito" em matéria de saúde física, mental e emocional, e além de singela e prazerosa, certa dose de inatividade pode acabar sendo terapêutica. Para alguns psicólogos o ócio é uma das necessidades básicas do ser humano, da mesma forma que beber, comer, ter relações sexuais, evitar o perigo ou se autoafirmar.

Alguns especialistas afirmam que o tempo livre é um marco para se abandonar ao puro lazer. Assinalam que o fato de "não fazer nada" é um exercício de criatividade, porque consiste em fazer o que dá vontade em uma pessoa, ao contrário do que é imposto ou proposto por outros.
Curiosamente, é muito difícil permanecer inativo, pelo menos para os seres humanos, já que eles têm certa impossibilidade fisiológica de não fazer nem pensar nada. Seu cérebro está sempre ativo, inclusive quando em máximo repouso, e sempre se está fazendo ou pensando algo, embora não esteja trabalhando ou ocupando o tempo "produtivamente".

Cada pessoa pode dedicar o ato de "não fazer nada" ao que preferir, desde ver televisão, ler um livro ou escutar música, até arrumar o quarto, dar um passeio, ir ao cinema, ou ir à barbearia: a questão é relaxar, fazer o que estiver fazendo da maneira mais tranqüila possível.

Segundo especialistas, quando o cérebro registra que haverá um tempo livre e relaxante, se produz uma sensação de prazer e tranqüilidade prévios, como se já se vivesse nessa situação, e a mente e o corpo descansam por antecipado. O sociólogo e escritor italiano Domenico de Masi fala ainda de um tipo de tempo livre que ele chama de "ócio criativo", onde trabalho e lazer se misturariam para criar um ambiente de bem-estar, onde trabalho, jogo e aprendizado andariam lado a lado.

O lazer mais terapêutico
Para que a inatividade seja saudável, é preciso entendê-la como um momento que está sendo investido na própria saúde mental, em si mesmo, ao invés de se sentir culpado por perder tempo. Além disso, é preciso procurar aprender a ficar "a sós consigo mesmo" e concentrar-se nas próprias sensações.

Se você conseguir não fazer nada durante pelo menos 30 minutos ao dia, não só começará a se sentir melhor, mais descansado e menos estressado, mas receberá uma série de benefícios, por quê?

- Você se tornará mais criativo. Em estado de relaxamento, a mente está livre e menos pressionada para descobrir novas opções e ter melhores idéias, que quando está em uma atividade permanente e acelerada.

- Você se relacionará melhor com os demais. Freqüentemente, por estarmos imersos em nossos problemas, as outras pessoas nos passam despercebidas, inclusive os de nossos entes queridos. Ao libertar-nos da pressão, nos contactamos com aquilo que deixamos de lado.

- Você terá mais energia. Após desfrutar de um descanso reconfortante, seu próprio organismo "lhe pedirá" mais atividade, que poderá ser enfrentada com mais vigor.

Gravações revelam corrupção explícita: ex-deputado cobra sua parte e ameaça detonar esquema que desviou R$ 280 milhões dos cofres

A revelação de conversas entre o ex-deputado Gilberto Gonçalves e o responsável pela folha de pagamento da Assembléia Legislativa, Roberto Menezes, revela detalhes de como agia os beneficiados com o esquema de desvio de R$ 280 milhões da folha da ALE.

Para operar toda essa quantia a Polícia Federal e o Ministério Público Federal já apontaram aproximadamente 150 pessoas entre parlamentares e servidores, alguns deles fantastasmas.

Gonçalves cita sem cerimônias que quer o "dinheiro roubado" e que não admite ser enganado com um suposto desconto para o INSS.

No auge da irritação ele ameaça denunciar e antecipa que todos podem sair algemados. É um escândalo!

De fato ele foi um dos presos na "Operação Taturana". O homem-bomba como era chamado na época de plenário detonou tudo e a todos.

O jornal Folha de S. Paulo, com reportagem da jornalista Silvia Freire foi quem trouxe com exclusividade a gravação.









Gilberto, a época deputado (Blog Visgo de Jaca) e após ser preso pela Operação Taturana (http://www.tudonahora.com.br/).

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

E povo tomou as ruas para gritar que tem 200 milhões de razões para não ser mais enganado pelos deputados



Fotos: M.Tchôla e André Vieira (Alagoas Agora)



O crime e a corrupção estão na mira do cidadão alagoano. A indignação dos setores organizados da sociedade e do alagoano comum são visíveis. As manobras em torno dos envolvidos na Operação Taturana, que temem o apoio popular a respectiva saída dos cargos é uma prova de que estamos lhes tirando o sono.

De um lado o cidadão comum que anda de ônibus e não tem acesso aos serviços básicos, entre eles a segurança. Do outro os deputados, que além de seguranças, têm transporte do bom e do melhor (leia-se Pajeros Full e Ford Fusion) as custas do dinheiro público.

As pessoas sabem que se os R$ 200 milhões desviados da folha fossem investidos em segurança, a nossa situação seria melhor. Menos crimes e mais proteção. Além de melhores salários para os policiais: civis e militares.

Depois de dez anos de profissão denunciando as mazelas de Alagoas penso que vivemos um momento de transição importante. Ou aceitamos tudo que está aí ou diremos que queremos mudança?

A experiência tucana que estamos tendo desde a posse do governador Téo Vilela está deixando marcas profundas na sociedade. Ninguém aguenta mais tanta inércia e jogo de cena. Os acordos espúrios para liberação dos duodécimos para os poderes (legislativo, judiciário e tribunal de contas) também estão sendo revelados e o cidadão está tendo mais clareza do quanto tem sido enganado.

Confesso que já havia desistido de lutar. Não por medo, mas por falta de soldados aliados. Entretanto a repercussão das operações da Polícia Federal, em especial a Taturana me fez reecontrar pessoas tão indgnadas quanto eu. Acredito, com isso, que juntos chegaremos a uma saída pacífica e democrática.

Não podemos fugir da luta. Afinal é nosso passado, presente e futuro que estão em jogo. Será que somos predestinados a ficar na sombra do desenvolvimento político e econômico dos estados vizinhos?

A famosa frase: "-Em Alagoas é assim mesmo!" vai continuar imperando? Começo a achar que não.

Hoje o povo ao lado de estudantes, trabalhadores rurais, sindicalistas e índios deram o primeiro de muitos gritos de basta! Em um ato gigantesco milhares (aproximadamente 5 mil) de pessoas disseram que não aceitam mais ser comandados pela atual mesa diretora da ALE.

O protesto ganhou as ruas da capital de forma ordeira e pacífica. O recado foi dado e acredito que muitos dos envolvidos só dormirão a base de remédios e muito wisk importado.

Sinto uma Alagoas diferente. De gente decente e inteligente que quer mudar e para melhor. E nesse momento o melhor é lutar.

Até a próxima!

Veja o vídeo com o povo na rua.

Indianas no Dia da República


sexta-feira, fevereiro 08, 2008

O poeta continua vivo em seus versos dispersos...














Memória
Carlos Drummond de Andrade

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
¨¨¨¨
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
¨¨¨¨
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
¨¨¨¨
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.

Contra a corrupção: mão biônica neles!

A solução para a corrupção é cortar a mão de todo político e funcionários públicos que lidem com dinheiro. Depois se implantaria uma mão biônica como essa aí, testata pelo italiano Lorenzo, movida a comandos cerebrais.

Como hoje em dia tudo é programado, seria só ajustá-la para não pergar o que é alheio.

Num restaurante, por exemplo, quando o ministro fosse pegar o "cartão corportativo" a mão resistiria a pegar o objeto.

Ou então a ministra quando fosse num "Freeshop" - localizados em aeroportos- e ao entrar a mão resistir a tocar nas coisas.

Eita! É muita viagem...
E o ministro então. Quando fosse pagar a tapioca a mão se fechasse.

Bom a mão já existe. Está sendo testada e é a grande revolução da ciência. Pena que tudo isso que falei não passa de ficcção.
Quem sabe fique para as próximas gerações.

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Bloco Cordão da Bola Preta, Rio de Janeiro - Brasil

Foto Aline Motta
O bloco surgiu em 1918.
Aqui ele foi retratado em Preto e Branco, o que deu um charme especial.



Em tempos de carnaval assisti uma reportagam sobre um bloco chamado Cordão da Bola Preta que sai no Rio de Jeneiro. Interessado em saber qual era o som entrei num dos vídeos do You Tube com imagens do desfile da galera.

Os caras mandam pra caramba um sambão da pesada com uma batida segura e envolvente. O rebolado do público e o acompanhamento são empolgantes. Milhares de pessoas reunidas a cantar é algo maravilhoso, principalmente no Rio, que para nós aqui é um "palco" aberto de balas perdidas e coisa e tal...

Mas isso é uma outra conversa. O importante é que os cariocas mantém uma tradição dos blocos de rua.

No caso do Bola Preta ele sai na prévia e no período de carnaval. O carioca tem folia antes e durante. Por aqui nós só temos as prévias. Leia mais...



sexta-feira, fevereiro 01, 2008

O Galo vai pintar na tela da TV Gazeta

Neste sábado completa uma semana do magestoso desfile do Pinto da Madrugada, em Maceió. E o alagoano vai ter a oportunidade de assistir o pai do Pinto, o Galo da Madrugada na avenida.
Enquanto por aqui lutamos para chegar aos 100 mil foliões, o Galo tenta superar a casa de 1,6 milhão de pessoas pelas ruas estreitas do centro do Recife.
Quem já foi sabe como é. Parece uma ida a Meca, só que com som. Aliás, muito frevo, sol, suor e cerveja...muitas cervejas.
Acredito que o desfile será didático e animará as pessoas para em 2009 sairmos nos dias de carnaval.
Esse ano não estarei na ponte que balança. É uma experiência incrível. Trata-se da ponte metálica que quando o Galo passa chega a balançar. (ver detalhe da última foto)
História do
Galo da Madrugada

A idéia de formar um bloco e colocá-lo na rua durante o carnaval surgiu devido ao predomínio, na época, dos bailes carnavalescos nos clubes da cidade. Com o objetivo de mudar essa situação e voltar aos antigos e animados carnavais de rua, um grupo de amigos se reuniu em dezembro de 1977 na casa do empresário Enéas Freire e planejou criar o Clube de Máscaras O Galo da Madrugada. Aliás, de onde vem esse nome tão peculiar?



O Galo da Madrugada foi assim batizado porque deveria sair no sábado de carnaval, bem cedinho, antes mesmo que o comércio abrisse, para carregar todos os foliões. Fundado oficialmente em 24 de janeiro de 1978, o Galo fez seu primeiro desfile às 5:00h do sábado, naquele mesmo ano.




O desfile foi realizado pelas ruas dos bairros de São José e Santo Antônio e reuniu 75 foliões. A fantasia oficial do bloco foi a “alma”. ComposiçãoA diretoria é formada por: Enéas Freire, Presidente Perpétuo; Dirceu de Araújo Paiva, Vice-Presidente; Arnaldo Rocha, Tesoureiro; Antônio Carlos Travassos Freire, Secretário; José Andrade, Diretor Comercial; Severino Nunes, Diretor de Patrimônio; Mauro Freire, Diretor de Alegoria.




Clube de Máscaras Galo da Madrugada é uma entidade sem fins lucrativos. Sua sede está localizada na R. Padre Foriano, 43, no bairro de São José. O Galo também possui uma sede comercial na R. da Concórdia, 736 e um galpão na R. Imperial.
Hino do Galo da Madrugada
(Autor: José Mário Chaves)
Ei pessoal, vem moçada
Carnaval começa no Galo da Madrugada
Ei pessoal, vem moçada
Carnaval começa no Galo da Madrugada
A manhã já vem surgindo,
O sol clareia a cidade com seus raios de cristal
E o Galo da madrugada, já está na rua, saldando o Carnaval
Ei pessoal...
As donzelas estão dormindo
As cores recebendo o orvalho matinal
E o Galo da MadrugadaJá está na rua, saldando o Carnaval
Ei pessoal...
O Galo também é de briga, as esporas afiadas
E a crista é coral
E o Galo da Madrugada, já está na rua
Saldando o Carnaval
Ei pessoal...

Alguém ainda tem alguma dúvida??????


Não use apenas no carnaval.
Use sempre!

E a ministra caiu depois que assumiu

A ministra Matilda Ribeiro não corre mais o risco de "errar" com o dinheiro do povo. No ano passado ela gastou R$ 170 mil. O detalhe é que ocupava a pasta da "Igualdade Racial".
Em pouco tempo de função fez o mesmo que os "brancos burgueses" e "opressores".
Gastou sem pena o que os trabalhadores suam para pagar em forma de impostos.

Vai deixar um rastro de sujeira que tá fazendo a oposição, depois da CPF, encontrar outra tábua de salvação para ferrar com o Lula. A sujeira da ministra não melou somente sua carreira de militante de esquerda. Deixa o presidente ligado em mais um ataque dos tucanos. E o pior é que quem deu a munição foi uma "companheira" sua.


Mais uma vez quem fez o serviço sujo, entre aspas, foi a imprensa. Ao governo coube apenas esperar a "consciência" da ministra. Hoje ela entregou o boné para o bem da população negra e pobre desse país. Durante o tempo que ficou no cargo gastou andando de carro com motorista.


"-Com o dinheiro dos outros é refresco né ministra!"
Já foi à tarde!