Depois de 15 dias sem postar, nem falar sobre o cenário político, estmos de volta.
Sobre os fatos envolvendo personalidades alagoanas, entre elas o presidente do senado, senador Renan Calheiros, as águas continuam rolando.
A novidade é que o governador de Alagoas, Téo Vilela, foi ouvido pela ministra Heliane Calmom (que mandou prender políticos na "operação navalha") e não foi indiciado. O tucano parece não ter ficado com respingos das denúncias contra quadros de seu governo.
Quanto a Renan, a imprensa perdeu mais tempo explorando sua relação extra-conjugal do que suas reais ligações com a Gautama ou a Mendes Júnior. Há informações de que repórteres dos principais veículos do país estão em Alagoas em busca de mais dados sólidos contra Renan.
Até o momento nada está provado. Renan se defendeu, convenceu a alguns, mas causou desconfiança em outros. Não vai escapar de ser investigado por uma CPI, instalada no Congresso.
Ele tem feito tudo para se manter no cargo. Colegas de partido, como o senador gaúcho Pedro Simom, acreditam que não há condições dele permacer no cargo e já defendeu o seu afastamento. Mas Renan sabe que se ceder as pressões não retorna para a função.
Diante disso a solução é ficar como o mergulhador que alimenta tubarões (foto acima). Ele sabe dos riscos, mas acredita ser capaz de dominá-los. Assim o tempo vai passando, a maré vai baixando, até que surja alguma nova tsunami, no planalto e todo mundo esquece de tudo.
É isso.
Estamos de volta!
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