O casamento real, do príncipe Willian e Kate, tá virando uma atração para a imbecilidade mundial. Além da enxurrada de notícias sobre o tema, o mundo tem se deparado com cada coisa. Depois dos botons, chícaras, cuecas e até sandálias, surge agora o tênis Will e Kate. A confecção é uma linha criada pela marca New Balance, que espera faturar com o envento que acontece na próxima sexta-feira.
Com tanta novidade cercando o casório real, estou pensando em lançar as camisinhas "cabeça de príncipe". Acho que essa sim vai botar pra fuder. Seria uma maneira de homenagear o casamento real, mas em sua versão de acasalamento real. "Tenha um orgasmo real".
Mas as imbecilidades não existem só na Inglaterra. Olha a babaquice que um português veio lançar no brasil. Nada mais, nada menos, que a "Bíblia do Flamengo". Siceramente, não precisa nem comentar. Tá explicado por que tem tanta gente sem acreditar em nada por aí.
quinta-feira, abril 28, 2011
quarta-feira, abril 27, 2011
Não é Mintchura, Neusinha Brizola morreu
A ex-cantora, Neusinha Brizola, morreu no Rio de Janeiro. A mulher que abalou as estruturasa do pai, Leonel Brizola, nos anos 80, não vive mais entre nós. Por conta de um problema no fígado (hapatite) ela acabou perdendo a batalha para a doença. A notícia foi divulgada por seu primo, Leonel Brizola Neto, no Twitter. Para quem viveu a "década mágica" do rock brasileiro não esquece da música "Mintchura" interpretada por Neusinha.
Louca, moderna, lançou moda e esteve sempre a frente de seu tempo. Conheceu o auge e a miséria da fama, depois que se viu viciada em pó. Em meio a uma crise e outra chegou, inclusive, a morar num dos morros cariocas, até ser presa. Todos esses fatos abalaram muito o pai, Leonel, que sem saber o que fazer decidiu proteger os morros e não permintir nenhuma operação de "caça" a traficantes. Alguns alegam que isso ajudou a proliferação do que hoje conhecemos como "crime organizado".
Louca, moderna, lançou moda e esteve sempre a frente de seu tempo. Conheceu o auge e a miséria da fama, depois que se viu viciada em pó. Em meio a uma crise e outra chegou, inclusive, a morar num dos morros cariocas, até ser presa. Todos esses fatos abalaram muito o pai, Leonel, que sem saber o que fazer decidiu proteger os morros e não permintir nenhuma operação de "caça" a traficantes. Alguns alegam que isso ajudou a proliferação do que hoje conhecemos como "crime organizado".
terça-feira, abril 26, 2011
Olfato ou fato?
O olhar jornalístico flagra, quase sempre, o fato transformado em ação, ou a ação que se transformou em fato. Isso é fato.
De fato, nem só de fatos (víceras) vive o jornalismo. Esse fato, quase sempre é fato.
Mas o fató é, quem vai, de fato, alterar os fatos. Não fiquemos estupefatos!
Na realidade os fatos mostram o contrário. Fato verídico. Me lembro da revista Fatos e Fotos. Tem coisa mais factual do que isso?
De fato, não!
O fato é: quem de fato, pode alterar os fatos em questão?
Pelo meu olfato, isso é um fato consumado.
De fato, nem só de fatos (víceras) vive o jornalismo. Esse fato, quase sempre é fato.
Mas o fató é, quem vai, de fato, alterar os fatos. Não fiquemos estupefatos!
Na realidade os fatos mostram o contrário. Fato verídico. Me lembro da revista Fatos e Fotos. Tem coisa mais factual do que isso?
De fato, não!
O fato é: quem de fato, pode alterar os fatos em questão?
Pelo meu olfato, isso é um fato consumado.
segunda-feira, abril 25, 2011
Conheça a bola da copa
Depois da Jabulani, que foi usada na Copa da África, conheça a Jabundona, que será usada em 2014, na Copa do Brasil. Aprovada! Aprovada!
AAAAAAAAAAAAAAAPPPPPPPPPPPPPPPPRRRRRRRRRRRRRO
OOOOOOOOOOOOVVVVVVVVVVVVAAAAAA
DDDDDDDDDDDDDDDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
AAAAAAAAAAAAAAAPPPPPPPPPPPPPPPPRRRRRRRRRRRRRO
OOOOOOOOOOOOVVVVVVVVVVVVAAAAAA
DDDDDDDDDDDDDDDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Malhação ao natural
Europeu é um povo do caralho mesmo. Quer dizer! Do caralho, da buceta, cu e tudo mais. Basta ver essa notícia de que uma academia na Espanha, agora, abriu para naturistas, leia-se nudistas, malharem.
Impressionante!
Já pensou, vc entrar numa academia e a galera está nua?
Impressionante!
Já pensou, vc entrar numa academia e a galera está nua?
Deixando de lado a visão erótica, quase pornográfica, pensemos na parte prática. Quem vai sentar num aparelho, ou melhor, no banquinho que um cara ou uma moça pelada acabou de deixar para trás?
Pois é!
Parece que isso não tem graça. Para justificar a iniciativa o dono da academia disse que era um a maneira de driblar a crise. Grande argumento econômico, ou diria eucunômico?
domingo, abril 24, 2011
Jornalista alagoana sobe na vida sem pisar em ninguém
É raro, mas acontece. O exemplo está aqui. Minha amiga jornalista Isolda Herculano (http:isoldaherculano.blogspot.com), subiu na vida. E o melhor, sem pisar em ninguém.
Para tanto lhe bastou apenas talento e coragem. Texto claro e reflexivo, aliado a muita força de vontade a projetaram para a além do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. Ao lado de seu companheiro (namorido como ela mesma define) foram para o Rio de Janeiro e encararam as aventuras da cidade maravilhosa. As fotos foram parar no twitter @isoldaherculano
Valeu Isolda!
Monstro de realengo vira Judas
A repercussão na mídia do atentada à bala que deixou 12 adolescentes mortos na Escola Estadual Tássio da Silveira, em Realengo no Rio de Janeiro, não foi esquecida pelos alagoanos. Alheios a qualquer polêmica política da terrinha, moradores da periferia escolheram como Judas o atirador Wellington Oliveira.
O flagrante foi feito pela repórter da Gazetaweb, Janaína Ribeiro. Com paus e pedras os moradores, acompanhados de muitas crianças foram pra cima do boneco com muita ira.
Pena que o fenômeno midiático que motivou a repercussão do fato não trouxe para o debate o problema do bullyng. Digo isto porque segundo informações do próprio assassino ele era vítima de gozações e chacotas dos colegas.
Quem sabe o jornalismo se toca e puxa discussão para provocar as escolas a se manifestarem para evitar o surgimento de outros desequilibrados como o "Assassino de Realengo".
sábado, abril 23, 2011
Mundo sem noção
Flexível
Chen é um chinês de 80 anos. Adepto da ginástica e comida natural, na semana passada ele posou para um fotógrafo da Reuters. Pela cara que ele fez, parece que não estava muito feliz. Mas, quem fica né?! Colocar os pés na cabeça e ainda fazer mãozinha de monge é dose. A foto rodou o mundo e também veio parar por aqui.
Parabéns Chen Noção!
Fumaço
Na Bélgica o governo radicalizou, e com razão.Entra em vigor, no dia 1º de julho uma lei que proíbe o consumo de fumaça, ou melhor, cigarros em ambientes que servem alimentos. Isso atinge todos os bares e restaurantes. Para se posicionar contra, os empresários foram as ruas e promoveram um fumaço. O protesto sem sentido teve até babacas fumando sobre várias caixas de cigarros. Já pensou?! Pois é! Fumo no pulmão dos outros é refresco né!
Com noção
A Nissan venceu a escolha de carro do ano no mundo, feita por jornalistas especialistas em automóveis com o modelo elétrico Leaf. O modelo é equipado com uma bateria de íon-lítio com 48 módulos compactos e de alta resposta que gera 107 cavalos de potência e 28,6 kgfm de torque. A velocidade máxima é de 150 kmn/h -a versão urbana alcança 145 km/h. O anúncio da eleição aconteceu no Salão de Nova York.
Quer aparecer?
Se você tá se achando meio anônimo na multidão, que ninguém lhe nota, que tal mudar? Pois é, seja moderno e descolado. Não tenho dúvidas que todos vão olhar para seu visual. Para evitar comentários mais ousados use um Ipod no volume máximo e siga. Afinal gosto é que nem cu, cada um tem o seu.
O nome disso aí é modificação extrema.
Mais click aqui.
Chen é um chinês de 80 anos. Adepto da ginástica e comida natural, na semana passada ele posou para um fotógrafo da Reuters. Pela cara que ele fez, parece que não estava muito feliz. Mas, quem fica né?! Colocar os pés na cabeça e ainda fazer mãozinha de monge é dose. A foto rodou o mundo e também veio parar por aqui.
Parabéns Chen Noção!
Fumaço
Na Bélgica o governo radicalizou, e com razão.Entra em vigor, no dia 1º de julho uma lei que proíbe o consumo de fumaça, ou melhor, cigarros em ambientes que servem alimentos. Isso atinge todos os bares e restaurantes. Para se posicionar contra, os empresários foram as ruas e promoveram um fumaço. O protesto sem sentido teve até babacas fumando sobre várias caixas de cigarros. Já pensou?! Pois é! Fumo no pulmão dos outros é refresco né!Com noção
A Nissan venceu a escolha de carro do ano no mundo, feita por jornalistas especialistas em automóveis com o modelo elétrico Leaf. O modelo é equipado com uma bateria de íon-lítio com 48 módulos compactos e de alta resposta que gera 107 cavalos de potência e 28,6 kgfm de torque. A velocidade máxima é de 150 kmn/h -a versão urbana alcança 145 km/h. O anúncio da eleição aconteceu no Salão de Nova York. Agora é ver se a máfia mundial do petróleo, que enriquece ditadores árabes, vai deixar essa tecnologia avançar.
Quer aparecer?
Se você tá se achando meio anônimo na multidão, que ninguém lhe nota, que tal mudar? Pois é, seja moderno e descolado. Não tenho dúvidas que todos vão olhar para seu visual. Para evitar comentários mais ousados use um Ipod no volume máximo e siga. Afinal gosto é que nem cu, cada um tem o seu.
O nome disso aí é modificação extrema.
Mais click aqui.
quinta-feira, abril 21, 2011
Especial de Lucas Figueiredo:Carta Capital traz detalhes sobre o Diário do Araguaia
A edição de CartaCapital que começa a circular hoje traz, na sua reportagem de capa, de minha autoria, o fim de um dos maiores mistérios da Guerrilha do Araguaia: o diário que Maurício Grabois, comandante dos 68 combatentes do PCdoB, escreveu durante 605 dias em seu esconderijo na mata, do início do conflito (12/04/72) até sua morte (25/12/73). Para além de ser o documento mais importante e profundo sobre a guerrilha até hoje revelado, o diário registra as angústias, os medos e a solidão do homem que comandou a única guerrilha rural da história do Brasil.
Abaixo, uma entrevista que o site da CartaCapital fez comigo. Nela, há um link para a íntegra do diário de Maurício Grabois (o texto, digitalizado, soma 86 mil palavras e enche 150 páginas tamanho A4).
Inédito há 38 anos, período em que ficou guardado na grande gaveta de documentos secretos do Exército, o diário de Grabois, que registra um dos pedaços mais obscuros da história do Brasil, agora é público.
Exclusivo: O diário do Araguaia
Redação Carta Capital
Em entrevista, o jornalista Lucas Figueiredo, um dos mais brilhantes repórteres investigativos do País, fala dos manuscritos de Maurício Grabois, líder da guerrilha, revelados na próxima edição de CartaCapital e que foram mantidos sob sigilo pelo Exército por 38 anos.
Durante 605 dias, o Velho Mário, nome verdadeiro Maurício Grabois, dirigente histórico do PCdoB e líder da Guerrilha do Araguaia, registrou em diário a saga dos 68 combatentes que se isolaram na Amazônia com o propósito de tomar o poder dos militares. Entre registros factuais e impressões pessoais, o comandante escreveu mais de 86 mil palavras até ser executado pelos militares em 25 de dezembro de 1973. O diário foi recolhido pelos seus algozes e, posteriormente, copiado em forma de documento digitado e guardado na grande gaveta de papéis secretos do Exército.
O mistério acabou. CartaCapital obteve uma cópia integral do diário. Trata-se de uma visão particular de Grabois, quase sempre sozinho a anotar os momentos de angústia e tensão na mata. Em entrevista, o jornalista Lucas Figueiredo, autor da reportagem de capa da edição que chega às bancas a partir desta quinta-feira 21, fala sobre o diário, cuja íntegra original pode ser lida aqui e uma versão explicativa, aqui.
CartaCapital: O que mais chamou a sua atenção no diário de Grabois?
Lucas Figueiredo: Esse diário é o registro histórico mais aprofundado da Guerrilha do Araguaia. O documento possui mais de 86 mil palavras. Para se ter uma ideia, o texto digitalizado completou 150 páginas de tamanho A4, que cobrem 605 dias de conflito. Além de lançar luzes sobre esse episódio nebuloso da ditadura, o documento é uma peça valiosa por incluir o relato pessoal de Grabois. Toda a sua dor, angústia, solidão, saudades da família estão contempladas no texto, que revela o lado humano do guerrilheiro.
CC: O que esse material acrescenta para a compreensão da guerrilha?
LF: Pela primeira vez temos acesso a um relato mais profundo por parte dos guerrilheiros do período mais sangrento da Guerrilha do Araguaia. Grabois foi executado em 25 de dezembro de 1973. Foi um dos últimos insurgentes a morrer. Na prática, houve três grandes campanhas dos militares contra a guerrilha. Na última, não houve preocupação de efetuar prisões, e sim de eliminar os combatentes. Como o diário vai de abril de 1972 a dezembro de 1973, temos mais informações sobre essa fase final. Os poucos sobreviventes, não mais do que meia dúzia, não deixaram relatos consistentes. Um deles, Ângelo Arroyo, morreria em 1976 na chacina da Lapa, no Rio de Janeiro. Os demais eram desertores, não quiseram falar muito sobre o que aconteceu. Esse diário está nos arquivos sigilosos das Forças Armadas desde então. Só foi revelado agora por CartaCapital.
CC: Como você definiria a liderança exercida por Grabois?
LF: Ele era muito mais rígido com os outros do que com ele mesmo ou com o seu partido, o PCdoB. Grabois tinha sob o seu comando 68 combatentes, em sua maioria jovens na faixa dos 25 anos, estudantes universitários ou profissionais liberais. Gente que nunca pegou em armas antes, que nunca teve treinamento militar. Ele esperava que esses 68 neófitos, como costumava dizer, fossem capazes de enfrentar soldados profissionais das três Forças Armadas, agentes da Polícia Federal e policiais de três estados diferentes. Exigia rigor absoluto, erro zero. Como se esse pequeno grupo pudesse atuar como rambos no Araguaia. Além disso, Grabois teve graves erros de avaliação. Imaginava que, com o tempo, as massas iriam aderir à guerrilha. Mas a população local oferecia apenas apoio pontual, doava comida e oferecia abrigo para os combatentes pernoitarem em algumas ocasiões. Jamais os campesinos se dispuseram a engrossar as fileiras da insurgência. Grabois também costuma ouvir muito a Rádio Tirana, da Albânia, que pregava propaganda comunista e alardeava um grande movimento insurrecional no Araguaia. Ele passou a acreditar no que escutava. A rádio passava propaganda e ele tomava como verdade. Trata-se de um erro de avaliação indesculpável para um líder revolucionário.
A reportagem completa sobre o diário de Grabois está na edição impressa de CartaCapital que chega às bancas em São Paulo na quinta-feira 21 e no resto do País na sexta-feira 22.
Visite o blog do autor da matéria, jornalista Lucas Figueredo
http://lfigueiredo.wordpress.com
quarta-feira, abril 20, 2011
Show na fuga
Não indico desrespeitar barreiras policiais. Mas, este cara é um showman ao volante. Ele conseguiu driblar a polícia fazendo várias manobras durante uma fuga com um carro numa highway americana. É realmente algo para se apreciar. Claro que se fosse no Brasil, em especial Alagoas, talvez tivess morto a esta hora. Como foi nos EUA levou uns sopapos, mas cumpriu pena é claro. Dá uma olhada e por favor não pense em repetir.
Matéria sobre violência em Alagoas
O Estado de Alagoas voltou ser destaque nacional por ocupar a liderança do ranking da violência do país. O companheiro Arnaldo Ferreira, que a época ainda estava na Band, fez um excelente matéria sobre o tema. Ferreira está de volta ao jornalismo alagoano, desta vez, para a TV Alagoas, onde é repórter de rede do SBT.
Valeu Ferreirinha!
Valeu Ferreirinha!
Atenção para ouvir o áudio click na pausa de nossa rádio, ok!
quinta-feira, março 10, 2011
De volta com todo o gás, depois das férias...
Camaradas e camareiras, estamos de volta!
Demorou, mas terminou...
Ainda em clima de carnaval, acabo de pescar essa confusão aqui no http://www.cadaminuto.com.br/. O cantor e performer, Alceu Valença, bateu boca durante um show em Vitória de Santo Antão, interior de Pernambuco. De um lado o mestre e do outro o cantor Pierre. A confusão, diante do público, teve início quando Alceu se incomodou com o som emitido pelo trio do Bloco A Girafa, puxado por Pierre. Ficou feio para ambas as partes. Afinal, já que pedimos tolerância no carnaval, como é que os comandantes da festa são os primeiros a darem mal exemplo.
Veja o vídeo
Demorou, mas terminou...
Ainda em clima de carnaval, acabo de pescar essa confusão aqui no http://www.cadaminuto.com.br/. O cantor e performer, Alceu Valença, bateu boca durante um show em Vitória de Santo Antão, interior de Pernambuco. De um lado o mestre e do outro o cantor Pierre. A confusão, diante do público, teve início quando Alceu se incomodou com o som emitido pelo trio do Bloco A Girafa, puxado por Pierre. Ficou feio para ambas as partes. Afinal, já que pedimos tolerância no carnaval, como é que os comandantes da festa são os primeiros a darem mal exemplo.
Veja o vídeo
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Furo: câmera na bunda flagra olhares indiscretos
Colegas de blog ou da blogsfera. Ainda estou em meio período de férias. Por isso a ausência tão longa. Mas estamos atentos. Nesse caso era impossível não se manifestar. Câmera na bunda é demais! Fiquei imaginando onde o seu esconderijo. De fato a internet mudou a realação das pessoas com o mundo. E, do nada, agora, estamos a ver essa experiência. Que loucura, né?!
domingo, janeiro 30, 2011
Deu no Cada Minuto: Téo canta marchinha de carnaval
Pra não dizer que falei das flores. Tá aí, um dos destaques do site http://www.cadaminuto.com.br/ Téo Vilela. governador de Alagoas, é abordado por duas morenas do Programa do Gugu e canta uma marchinha carnavalesca.
Meteram a mão
| O goleiro Mão fechou o gol do Brasil |
O time do Brasil de Beach Soccer do goleiro Mão e do artilheiro Benajamim perdeu para o time do Uruguai. Os brasileiros venciam por 3x2, quando um gol de mão dos uruguaios deixou tudo igual. Aí veio a prorrogação e em seguida os pênaltis.
O dia era de festa. Benajamim fazia sua partida de número 300 e marcou durante o jogo. Hora do pênalti e na cobrança do craque Diego, goleiro uruguaio defende. Desmorona a festa!
Na partida em que Mão foi destaque, com defesas espetaculares, um gol de mão mudou a história. E o que parecia certo, o gol de pênalti de Benjamim não veio.
Essa é magia que cerca o futebol.
sábado, janeiro 29, 2011
De volta por causa do Mané!
Estou de volta. Num dia típico de ócio produtivo, decido voltar. Minhas férias, só para registrar, foi antes das férias de todo mundo.
Depois do fim de minha passagem, meteórica, na Rádio Jornal, fiquei com preguiça de escrever no blog. Investi em outros projetos.
Mas, neste momento, enquando ouço um rádio básico, optei por ressurgir virtualmente.
Motivado por um sentimento de bairrismo, que raras vezes me acomete, ao ver a foto de Mané Garrincha vestindo a camisa do CSA, não resisti.
![]() |
| Da esquerda e agachados: Castanha, Garrincha e Dida A foto foi achada no site do Milton Neves |
-Escrevi e publiquei!
Mesmo, ainda com preguiça, liguei o computador e de repentem me deparo com a imagem fantástica. Mané, Dida e ao lado deles o pai da Charlene Araújo, a jornalista da Sala Nacional, o popular Castanha.
Foi em 1973, quando Mané rodava o Brasil em jogos apresentação. O jogo aconteceu contra o ASA de Arapiraca, time que Mané também defendeu, nas mesmas condições. (Essa história recontada aqui foi parar no blog Amigos de Delmiro).
A foto, sem crédito, foi achada no site do Milton Neves, na coluna "Que fim levou".
Garrincha estava lá, como quase sempre, agachado ao lado do Dida, que é tio da Layra Santa Rosa, e que dá nome ao Museu dos Esportes, que é cuidado e preservado pelo amor do radialista e jornalista, Lauthenay Perdigão.
-Lá é o cantinho da saudade de todos nós e dos saudosos!
Voltando. Mané com aquele olhar clássico, posicionado no mesmo lugar, mas bem próximo da gente do CSA, da época.
A cara do Castanha tá qualquer coisa. Congelado pelo tempo, no instante de êxtase, o ex-massagista é a prova viva de que o fato e a história se misturam.
Apaixonado pelo CSA, Castanha protagonizou um dos fatos que correram o Brasil. Durante uma partida do Azulão do Mutange ele invadiu o campo e tirou uma bola que acabara de vencer o goleiro. Com trajetória certa para as redes, só não balançou o véu da noiva por causa dele: Castanha, o herói azulino.
-Ei mestre não me esqueci que o senhor ficou de falar comigo sobre o Ney Conceição! (Outra estrela alvinegra que aprontou por aqui).
Mas voltando no tempo, senti falta de algo que não vivi, mas impressionou meu pai, tanto que ele sempre falava do Mané. Chamado Manoel, papai era chamado por alguns de Mané.
-Mas não me lembro de meu pai agindo como um Mané, como pejorativamente é chamado um bobão! Jamais! Isso meu pai não era mesmo. Com ele era tudo em branco e preto! Simples, mas firme!
É isso! Uma foto, um instante! E o retorno.
História
Volto depois da eleição da Dilma. Do salvamento dos mineiros...
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Padre alagoano surfa para atrair sufistas para a igreja em Noronha
O Padre Glênio Guimarães é alagoano de Penedo. Na semana passada foi destaque no Jornal Nacional por surfar e atrair fiéis surfistas para suas missas na ilha de Fernando de Noronha. A ideia original e divina o projetou nacionalmente também por ser o primeiro padre a morar em Noronha. Outra boa surpresa é que Glênio é irmão de meu amigo, o radialista e assessor de comunicação, André Braga.
Valeu padre siga adiante na onda da fé!
sexta-feira, dezembro 10, 2010
Mortes oriundas do crack(nóia) expõe violência sem controle em AL
Sem controle e perspectiva de solução. Essa é a situação da violência em Alagoas- com destaque para a periferia da capital Maceió. O crack está em toda a parte seduzindo jovens, adolescentes e crianças de todas as classes. No embalo da pedra e das dívidas oriundas de seu consumo desenfreado, muitos têm pago com a vida os momentos de torpor gerado pela fumaça.As cenas das mortes não chocam mais.Até chamam a atenção, mas se tornaram banais e não criam nenhum impacto. A cada noite, em média, morrem três jovens em acerto de contas. Seus algozes, em geral, são "soldados" do tráfico que também serão vítimas um dia.
Em meio a tanta insanidade e crueldade nossa juventude tem se dissipado em meio ao sangue e diante dos olhares curiosos. O choro das mães e pais ecoam na madrugada, ou até mesmo durante o dia.
Enlutada famílias com seus corações despedaçados convivem com a dor e o sofrimento de ver o corpo do filho querido exposto a barbárie, nas escadarias, nas valas e até pendurados.
O crack, mais conhecido como nóia, por conta da "paranóia" que causa nos usuários, chegou aos bairros nobres. A Gazeta de Alagoas mostrou em reportagem do repórter Maurício Gonçalves que ele está disseminado entre os moradores de rua e guardadores de carro.
Assim como as pedras no chão, a "pedra da morte" tem fácil transporte, preço baixo e provocam uma devastação no futuro dos usuários. Enquanto uns poucos lutam no combate, muitos se omitem.
Aliás, o crack só se tornou epidemia por conta da omissão das autoridades policiais. Não me refiro aos que investigam e prendem, mas aos que poderiam agir com inteligência e desarticular os poderosos traficantes. Estes moram em boas casas, frequentam grandes restaurantes e não são usuários.Pelo contrário, usam seu poder para subornar e se esconder à sombra das instituições.A pergunta que fica é até quando?Será que precisaremos nos tornar um Rio de Janeiro, aparecermos no Tropa de Elite, para enfrentarmos essa questão de frente?
terça-feira, novembro 23, 2010
Sem provas, nem investigação, polícia criminaliza vítima de homicídio
Em momento de profunda dor, como pai, depois de enterrar meu filho assassinado por dois tiros na cidade de Matriz de Camaragibe, vejo que os delegados Belmiro Cavalcante e Socorro Almeida brincam de fazer polícia, na Delegacia Regional de Matriz, conhecido espaço de tortura de jovens pretos e periféricos, com a anuência de ambos e o silêncio de pais temerosos, segurado pelo corporativismo dos dois delegados brincalhões.
Ao justificar a morte do meu filho, a delegada disse ao Cada Minuto que ele “possivelmente era usuário de drogas”. Induz a quem lê a uma justificativa pertinente: morreu, por andar em más companhias, fora do eixo ou dos padrões sociais. A sociedade- zelosa- vê extirpado mais um mal social pela nossa delegada formada nas academias televisivas do CSI Miami.
Funcionária pública, a delegada não cumpre seu dever administrativo. Se meu filho era traficante ou usuário de drogas, porque não estava preso? Um perigo social à solta com conhecimento da Polícia rende um bom exercício de lógica.
É porque a palavra “possivelmente” serve para mostrar a canseira que é o trabalho policial da profissional supostamente ilibada e duvidosamente competente nos plantões de uma delegacia distante da capital e dos olhares da Delegacia Geral da Polícia Civil.
Meu filho foi assassinado uma hora da manhã, do dia 22. Minha esposa e eu estávamos em Maceió. Quinze minutos depois, recebi um telefonema informando que meu filho havia sofrido um acidente e estava morto no Hospital de Matriz. Chegamos ao município no meio da madrugada.
Na burocracia para a liberação do corpo, estive duas vezes na delegacia de Matriz. Sequer vi a delegada. Ela cochilava em sua sala, na sesta das primeiras horas da manhã. E do seu birô, ela inventou a versão “possivelmente usuário de drogas”.
Os agentes do plantão- estes sim fizeram as diligências- me informaram que fizeram buscas atrás do assassino do meu filho e não obtiveram sucesso.
Há quatro anos atrás, capitães do mato do delegado Belmiro Cavalcanti determinaram a prisão do meu filho, então com 12 anos, por ele ter acertado o carro da polícia com uma peteca. Ele foi arrastado pela cidade, algemado, torturado, chamado de “maconheiro” e “ladrão”.
Na delegacia, o delegado Belmiro fez questão de enfatizar a covardia, típica dos bajuladores: fez meu filho ficar preso em uma sala, próxima da cela onde estavam presos. Ele foi acusado de arrombar uma escola. Belmiro mentiu. Meu filho estudava em Maceió e nunca arrombou escolas. Belmiro mentiu de novo. Não era usuário de drogas. Belmiro mentiu de novo. Não era ladrão.
Movi um processo contra o delegado. O Ministério Público Estadual e o Judiciário de Matriz “esqueceram” a ação. Fui chamado de “repórter perigoso”.
Por quatro anos lutei para ajudar um filho atormentado, revoltado com a família, pelo episódio da delegacia, por ele achar que estava quebrada a confiança de pais que o ajudavam nos momentos mais difíceis. E não estavam ao lado dele, na delegacia.
Conselhos e ajudas não foram suficientes. Meu filho apartou várias brigas em Matriz, para ajudar os amigos. Na última delas, ele perdeu a guerra que ele movia contra ele mesmo. Tombou ao chão, com um estampido no ouvido esquerdo e um tiro na barriga.
A versão das drogas fica por conta da Socorro e seus plantões relaxantes e o eterno delegado de Matriz, Belmiro Cavalcante, servidor público com uma carreira incrivelmente fracassada no combate ao crime e a prostituição infantil.
Odilon Rios Lima
Jornalista MTB 840 /AL
***************************************************
P.S.
Me solidarizo com o companheiro Odilon e sua esposa Ana Cláudia. Ambos são especiais para mim. Sei da dor e, principalmente, do sentimento de tristeza diante dos fatos publicados. Nos colocamos a disposição para qualquer mobilização contra qualquer um que queira "matar" pela segunda vez Alextaine, brutalmente assassinado enquanto tentava por fim a uma briga.
Força irmão!
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